Conforme evidencia Tiago Schietti, a transparência e a ética nos serviços funerários têm ganhado destaque em um cenário marcado por consumidores mais informados e por uma sociedade que cobra responsabilidade em todos os setores. Em momentos de fragilidade emocional, como a perda de um ente querido, a confiança na empresa contratada se torna ainda mais essencial.
Discutir esse tema é fundamental para fortalecer a credibilidade do setor funerário, promover relações mais justas com as famílias e incentivar práticas alinhadas aos valores de respeito, clareza e responsabilidade social. Nas próximas linhas, você vai descobrir como essas diretrizes podem ser aplicadas na prática e de que forma contribuem para um setor mais ético e sustentável.
A sensibilidade do consumo em momentos de luto
O serviço funerário é contratado em um dos momentos mais delicados da vida das pessoas. O estado emocional das famílias pode dificultar a compreensão de contratos, valores e serviços oferecidos, o que aumenta a responsabilidade ética das empresas do setor.
Nesse contexto, agir com transparência não é apenas uma obrigação legal, mas um compromisso moral. A forma como as informações são apresentadas impacta diretamente a experiência do cliente e a imagem do setor como um todo.
Por que a transparência é tão importante no setor funerário?
Segundo Tiago Schietti, a transparência ajuda a reduzir conflitos, evitar desconfianças e fortalecer a relação entre empresas funerárias e famílias. Quando há clareza sobre preços, procedimentos e direitos do consumidor, o processo se torna mais seguro e humanizado.
Além disso, práticas transparentes contribuem para a profissionalização do setor. Empresas que adotam uma postura clara e ética tendem a se destacar positivamente, conquistando reputação sólida e fidelização ao longo do tempo.

Práticas essenciais para uma atuação ética
- Apresentação clara e detalhada dos serviços incluídos no contrato;
- Divulgação transparente de preços, taxas e possíveis adicionais;
- Comunicação respeitosa e acessível, sem termos excessivamente técnicos;
- Cumprimento rigoroso do que foi acordado com a família;
- Treinamento das equipes para atendimento ético e humanizado.
Na visão de Tiago Schietti, essas práticas ajudam a criar um padrão de conduta que beneficia tanto as empresas quanto os consumidores, reduzindo riscos legais e fortalecendo a confiança no serviço prestado.
O papel da legislação e da fiscalização
A legislação tem papel importante na promoção da ética e da transparência no setor funerário, assim como frisa Tiago Schietti. Normas e regulamentações estabelecem limites claros para a atuação das empresas e protegem os direitos dos consumidores em situações de vulnerabilidade.
A fiscalização adequada contribui para coibir práticas abusivas e estimular a concorrência saudável. Quando as regras são cumpridas, todo o setor se beneficia, elevando o nível de qualidade dos serviços oferecidos.
Comunicação clara como ferramenta de respeito
Uma comunicação clara é uma das principais ferramentas para garantir transparência, como reforça Tiago Schietti. Explicar procedimentos, prazos e custos de forma simples demonstra respeito pela dor e pelo tempo das famílias atendidas.
Além disso, a disponibilidade para esclarecer dúvidas e oferecer orientações fortalece o vínculo de confiança. A ética se manifesta também na escuta ativa e na empatia durante todo o processo de atendimento.
Ética como diferencial competitivo no setor funerário
Em resumo, empresas que incorporam a ética como valor central conseguem se posicionar de forma diferenciada no mercado. Em um setor sensível como o funerário, a reputação construída com base em confiança e respeito é um ativo estratégico.
Ao investir em transparência, as organizações contribuem para a evolução do setor e para a construção de uma relação mais saudável com a sociedade. Ética não deve ser vista como custo, mas como investimento em credibilidade, sustentabilidade e responsabilidade social.
Autor: Susan Green